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Novembro Azul e o câncer de próstata

24 Nov 2017

 

O novembro azul chama a atenção para o câncer de próstata, problema de saúde pública que mata mais de 13 mil homens por ano no Brasil.

 

O novembro azul

O novembro azul surgiu em 2003, na Austrália. Um movimento destinado a chamar a atenção para a saúde do homem, aproveitando as comemorações do dia internacional do câncer de próstata, no dia 17 de novembro. Inicialmente, os envolvidos na fundação do movimento deixaram crescer bigodes, e ainda hoje esse é um dos símbolos do movimento.

Representado por um laço azul ou um bigode, o novembro azul rapidamente se espalhou pelo mundo, destacando em especial o câncer de próstata, câncer mais comum no sexo masculino (excluindo-se os cânceres de pele não-melanoma). Em 2012, a OMS estimou que foram diagnosticados 1,1 milhão de casos novos e morreram aproximadamente 300 mil homens por esse câncer.

 

No Brasil

No Brasil, o câncer de próstata é responsável por 60 mil novos casos e 13 mil mortes por ano, segundo dados do INCA. Isso corresponde a 1 morte a cada 38 minutos. Estima-se que 1 em cada 6 homens ira ter câncer de próstata durante a vida.

 

Diagnóstico precoce

O diagnóstico precoce e o tratamento adequado são essenciais para se conseguir bons resultados no combate a essa neoplasia. A Sociedade Brasileira de Urologia recomenda que todo homem deve procurar um profissional especializado para avaliação individualizada, a partir de 50 anos. Aqueles da raça negra ou com parentes de primeiro grau com câncer de próstata devem começar aos 45 anos, em vista dos maiores riscos.

Os exames de rastreamento, que incluem toque retal e/ou PSA, deverão ser realizados após ampla discussão de riscos e potenciais benefícios. Não esqueça que a prevenção é o melhor remédio. Procure o seu médico se apresentar qualquer sintoma suspeito.

 

Dr. Gabriel Clemente Médico formado pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB);Especialista em Clínica Médica pelo Hospital de Base do Distrito Federal;Especialista em Oncologia Clínica pela Universidade de São Paulo (USP);Atualmente atua como oncologista clínico na Oncoclínica (Macapá/AP) e no Hospital de Clínicas Dr Alberto Lima (Macapá/AP).

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